Inaugurada em 29 de agosto de 2019, Star Wars: Galaxy’s Edge completa sete anos no Disney’s Hollywood Studios como uma das áreas mais ambiciosas já construídas pelo Walt Disney World. Batuu reúne duas grandes atrações, restaurantes, lojas, experiências imersivas e detalhes que ajudam a entender também a dimensão do que a Disney prepara para a futura área dos vilões no Magic Kingdom.
Há sete anos, o Disney’s Hollywood Studios passava por uma de suas maiores transformações.
Em 29 de agosto de 2019, os visitantes atravessaram pela primeira vez os caminhos que levam a Star Wars: Galaxy’s Edge, uma área de aproximadamente 14 acres, cerca de 5,7 hectares, criada para transportar o público até Batuu.
Não para uma reprodução de um cenário famoso dos filmes.
Não para uma coleção de brinquedos cercados por decoração de Star Wars.
A proposta era muito maior: fazer o visitante entrar na história.
Sete anos depois, em 2026, Galaxy’s Edge continua sendo uma das áreas mais impressionantes para quem programa uma viagem para Disney, principalmente para fãs de Star Wars, mas também para quem gosta de observar como são construídos os grandes projetos dos parques de Orlando.
E os números ajudam a explicar por quê.
São enormes formações rochosas, milhares de objetos cenográficos, uma Millennium Falcon em escala real, restaurantes integrados à história, personagens circulando pelas ruas e duas atrações que continuam entre as mais procuradas do Disney’s Hollywood Studios.
Galaxy’s Edge não reproduz um planeta conhecido dos filmes
Talvez uma das decisões mais interessantes tomadas pela Disney tenha sido justamente não construir Tatooine, Endor ou outro planeta imediatamente reconhecível.
A equipe da Disney Imagineering e da Lucasfilm criou Batuu, localizado nos limites da galáxia.
O principal povoado da área é Black Spire Outpost, um antigo ponto de passagem frequentado por comerciantes, contrabandistas, aventureiros e viajantes vindos de diferentes partes da galáxia.
Isso deu aos criadores uma liberdade enorme.
Em vez de obrigar o visitante a entrar em uma cena que já conhecia dos filmes, Batuu poderia ter suas próprias histórias.
E nós poderíamos fazer parte delas.
Essa diferença parece pequena até você entrar na área.
Galaxy’s Edge não tenta fazer com que você se lembre o tempo inteiro de uma cena específica. Ela tenta convencer você de que chegou a um lugar que existe dentro daquele universo.
Galaxy’s Edge ocupa aproximadamente 5,7 hectares
Star Wars: Galaxy’s Edge possui cerca de 14 acres, equivalentes a aproximadamente 5,7 hectares.
É uma área enorme dentro do Disney’s Hollywood Studios.
E parte dessa dimensão não é percebida apenas pelas distâncias.
Está na quantidade de elementos colocados ao redor do visitante.
Praticamente tudo faz parte da narrativa: edifícios, caixas de carga, tubulações, portas, equipamentos, criaturas, inscrições, naves, ferramentas, marcas nas paredes e até objetos que parecem abandonados.
Nada deveria parecer novo demais.
Batuu foi projetado para transmitir a sensação de ser um lugar antigo, utilizado por gerações de habitantes e viajantes.
Mais de 18 mil metros quadrados de formações rochosas
As montanhas de Galaxy’s Edge são parte fundamental da experiência.
A área possui mais de 18.500 metros quadrados de formações rochosas, além de aproximadamente 24 mil metros quadrados de revestimento temático.
Algumas dessas estruturas chegam a aproximadamente 40 metros de altura.
Elas não servem apenas para deixar Batuu bonito.
As formações ajudam a esconder visualmente outras partes do Hollywood Studios.
Quando você entra em Galaxy’s Edge, prédios tradicionais do parque desaparecem do seu campo de visão.
Esse isolamento visual é uma das razões pelas quais a área parece tão diferente do restante do parque.
Mais de 7 mil objetos cenográficos ajudam a contar a história
Galaxy’s Edge possui mais de 7 mil objetos cenográficos desenvolvidos para compor a ambientação.
E é exatamente por isso que vale caminhar sem pressa.
Há referências em paredes.
Objetos guardados em oficinas.
Caixas de carga.
Peças de droids.
Criaturas.
Ferramentas.
Inscrições em Aurebesh.
Marcas de desgaste.
Pequenos detalhes escondidos em locais que milhares de visitantes atravessam diariamente sem perceber.
É uma das áreas em que olhar somente para frente significa perder parte da experiência.
A Millennium Falcon tem mais de 30 metros de comprimento
Poucas imagens representam Galaxy’s Edge tão bem quanto a Millennium Falcon estacionada em Black Spire Outpost.
A nave tem mais de 30 metros de comprimento e foi construída em escala real.
Na época, foi um marco: era a primeira vez que uma versão completa e em tamanho real da Millennium Falcon era construída.
O resultado virou um dos pontos mais fotografados de todo o Disney’s Hollywood Studios.
Durante o dia já impressiona.
À noite, iluminada, fica ainda mais bonita.
E ela não está ali apenas como cenário.
Atrás dela começa uma das duas grandes atrações de Galaxy’s Edge.
Millennium Falcon: Smugglers Run coloca seis visitantes dentro do cockpit
Em Millennium Falcon: Smugglers Run, seis visitantes formam uma tripulação.
Cada pessoa recebe uma função.
Há dois pilotos.
Dois artilheiros.
E dois engenheiros.
Os participantes entram no cockpit da Millennium Falcon e precisam cumprir uma missão.
Uma das características interessantes da atração é que o desempenho do grupo interfere na experiência.
Quem pilota controla efetivamente alguns movimentos.
Os artilheiros precisam agir durante a missão.
E os engenheiros lidam com problemas que aparecem pelo caminho.
Para fãs de Star Wars, o momento de entrar no cockpit é quase tão importante quanto o simulador propriamente dito.
Smugglers Run ganhou uma nova aventura com The Mandalorian e Grogu
Galaxy’s Edge não ficou parada em 2019.
Em 2026, Millennium Falcon: Smugglers Run recebeu uma nova missão envolvendo The Mandalorian e Grogu.
A atualização mostra uma característica importante dessa área: embora Batuu tenha uma história própria, a Disney consegue incorporar personagens e narrativas mais recentes da franquia.
Isso ajuda Galaxy’s Edge a continuar relevante conforme o universo de Star Wars cresce no cinema e nas séries.
Galaxy’s Edge abriu sem Rise of the Resistance
Muita gente já nem se lembra disso.
Quando Galaxy’s Edge abriu no Disney’s Hollywood Studios em 29 de agosto de 2019, sua principal atração ainda não estava funcionando.
Naquele primeiro momento, os visitantes encontravam Millennium Falcon: Smugglers Run, Batuu, restaurantes, lojas e experiências como Savi’s Workshop e Droid Depot.
Star Wars: Rise of the Resistance só foi inaugurada em 5 de dezembro de 2019.
Poucos meses depois, a experiência mudaria completamente a percepção do que Galaxy’s Edge poderia oferecer.
Rise of the Resistance continua sendo uma das atrações mais complexas da Disney
É difícil definir Star Wars: Rise of the Resistance simplesmente como uma atração.
Ela funciona quase como uma sequência de experiências.
O visitante entra na narrativa da Resistência, participa de uma missão, é capturado pela Primeira Ordem, chega a um Star Destroyer e precisa escapar.
Diferentes sistemas de atração, veículos, enormes cenários, projeções, efeitos especiais e Audio-Animatronics são utilizados ao longo do percurso.
Tudo acontece de forma relativamente contínua.
Essa combinação é uma das razões pelas quais Rise of the Resistance continua sendo uma das experiências mais procuradas do Walt Disney World sete anos depois da abertura de Galaxy’s Edge.
Atualmente, não é necessário entrar em fila virtual para participar. A atração pode ser acessada por fila regular e pelas modalidades de Lightning Lane que estiverem disponíveis no período da visita.
Há 50 Stormtroopers em uma das cenas mais impressionantes
Um dos momentos mais marcantes acontece quando os visitantes chegam ao hangar de um Star Destroyer.
Ali estão 50 Stormtroopers da Primeira Ordem.
Quem conhece Rise of the Resistance sabe exatamente qual é a cena.
As portas se abrem e, de repente, o visitante está diante de uma enorme fileira de Stormtroopers, com o espaço do Star Destroyer se estendendo ao fundo.
Mesmo depois de várias visitas, é difícil não olhar novamente para todos os detalhes daquele ambiente.
John Williams criou uma música especialmente para Galaxy’s Edge
Era difícil imaginar uma área de Star Wars sem a participação musical de John Williams.
O compositor responsável por algumas das trilhas mais reconhecidas do cinema criou uma suíte musical especialmente para Galaxy’s Edge.
A música ajuda a conectar Batuu ao universo cinematográfico de Star Wars mesmo sendo um planeta desenvolvido originalmente para os parques.
É um daqueles elementos que o visitante talvez não racionalize enquanto caminha pela área, mas que ajuda bastante na sensação de continuidade entre cinema e parque temático.
Os Cast Members fazem parte da história de Batuu
Outra característica de Galaxy’s Edge está na forma como os próprios Cast Members participam da narrativa.
A ideia é que você não seja simplesmente um visitante do Hollywood Studios.
Você é um viajante chegando a Batuu.
Por isso algumas expressões fazem parte do vocabulário da área.
Durante o dia, você pode ouvir:
Bright Suns.
À noite:
Rising Moons.
Celulares podem ser tratados como datapads.
Dinheiro pode aparecer na conversa como credits.
Tudo isso ajuda a manter a brincadeira.
Batuu tem até um sistema de escrita próprio
Ao caminhar por Galaxy’s Edge, você encontrará várias inscrições que inicialmente parecem apenas símbolos.
É Aurebesh, o sistema de escrita utilizado no universo Star Wars.
Quem aprende o alfabeto pode literalmente começar a traduzir algumas placas espalhadas pelo ambiente.
E este é justamente o tipo de detalhe que mostra como Galaxy’s Edge foi pensada em camadas.
Quem quer simplesmente fazer as atrações consegue aproveitar.
Quem gosta de procurar referências pode passar muito mais tempo explorando.
Oga’s Cantina recria o clima das cantinas de Star Wars
A Oga’s Cantina é uma das experiências mais conhecidas da área.
O ambiente é pequeno, com iluminação baixa, sons, equipamentos, bebidas temáticas e uma atmosfera inspirada nas famosas cantinas vistas no universo Star Wars.
É também um daqueles lugares em que a experiência está muito mais na ambientação do que simplesmente no ato de pedir uma bebida.
As reservas costumam ser uma boa ideia para quem considera a cantina prioridade durante a viagem para Disney.
O DJ da Oga’s Cantina tem uma história antiga no Hollywood Studios
Observe o DJ dentro da Oga’s Cantina.
Ele é o DJ R-3X, conhecido também como Rex.
Para quem acompanha os parques Disney há muitos anos, existe uma ótima referência aí.
Rex originalmente era o piloto droid do Starspeeder 3000 na versão antiga de Star Tours.
Em Batuu, ganhou uma segunda carreira.
Agora é DJ.
É uma das conexões mais divertidas entre Galaxy’s Edge e a história do próprio Disney’s Hollywood Studios.
O Blue Milk virou praticamente uma atração
Se você assistiu aos filmes, provavelmente já viu a bebida azul associada ao universo Star Wars.
Em Galaxy’s Edge, o Blue Milk ganhou sua própria versão.
Ele é vendido no Milk Stand, ao lado do Green Milk.
As bebidas servidas no parque são versões frozen e acabaram se tornando alguns dos produtos mais fotografados da área.
É curioso como algo relativamente simples entrou no ritual de visita a Batuu.
Para muita gente, ir pela primeira vez a Galaxy’s Edge envolve três fotos quase obrigatórias: Millennium Falcon, sabre de luz e Blue Milk.
Savi’s Workshop transforma a compra de um sabre em uma experiência
No Savi’s Workshop – Handbuilt Lightsabers, você não entra simplesmente em uma loja, escolhe um sabre e paga.
A proposta é completamente diferente.
O participante entra em uma pequena experiência guiada em que escolhe componentes e constrói seu próprio sabre de luz.
Há diferentes estilos de peças e, combinadas, elas permitem mais de 120 mil possibilidades de montagem.
A construção funciona quase como uma cerimônia e se tornou uma das experiências pagas mais conhecidas de Galaxy’s Edge.
Para quem pretende fazê-la durante a viagem, reserva antecipada é recomendada.
No Droid Depot, são quase 280 mil combinações possíveis
Outra experiência de personalização fica no Droid Depot.
Ali o visitante pode escolher peças e montar seu próprio droid.
Entre diferentes componentes das séries R e BB, existem quase 280 mil combinações possíveis.
Depois da montagem, o droid é ativado e pode ser levado para casa.
Mais uma vez, a lógica não é simplesmente vender um produto.
A Disney transforma o ato da compra em parte da experiência de Batuu.
Dok-Ondar está realmente dentro de sua loja
Uma das lojas mais interessantes da área é Dok-Ondar’s Den of Antiquities.
O ambiente lembra uma espécie de antiquário galáctico.
Artefatos, criaturas, objetos estranhos e referências aparecem por todos os lados.
E o próprio Dok-Ondar está presente na loja.
O personagem foi criado para fazer parte da história de Batuu e ajuda a transformar o comércio local em algo maior do que simplesmente uma loja de produtos Star Wars.
Onde comer em Star Wars: Galaxy’s Edge
Galaxy’s Edge possui diferentes opções para quem quer incluir uma refeição ou lanche durante a visita.
O Docking Bay 7 Food and Cargo é a principal opção de quick-service da área e funciona dentro de um ambiente inspirado em um hangar.
O Ronto Roasters ficou conhecido principalmente pelo Ronto Wrap, um dos lanches mais populares de Batuu.
O Milk Stand vende Blue Milk e Green Milk.
E a Oga’s Cantina oferece bebidas e uma das ambientações mais características da área.
Quem é realmente fã de Star Wars consegue tranquilamente transformar a visita em várias horas de exploração sem precisar sair de Batuu.
Onde comprar produtos em Galaxy’s Edge
As lojas também foram incorporadas à narrativa.
Galaxy’s Edge evita aquela sensação tradicional de entrar em uma grande loja cheia de produtos Disney.
Em vez disso, há pequenos estabelecimentos integrados ao cenário.
Além da Dok-Ondar’s Den of Antiquities, você encontra locais como Creature Stall, Toydarian Toymaker, Black Spire Outfitters, Resistance Supply e First Order Cargo.
Cada um mantém sua própria temática.
Isso faz com que até o momento de comprar alguma coisa continue parecendo parte da visita ao planeta.
Há números escondidos que homenageiam os primeiros filmes
Quem gosta de Easter eggs pode procurar pelos números:
77, 80 e 83.
Eles remetem aos anos de lançamento dos primeiros filmes da trilogia original:
1977, Star Wars: A New Hope.
1980, The Empire Strikes Back.
1983, Return of the Jedi.
É um detalhe pequeno e fácil de atravessar sem perceber.
Agora que você sabe que existe, provavelmente vai procurar na próxima visita.
Os personagens circulam pelo ambiente
Galaxy’s Edge também ajudou a popularizar dentro dos parques uma forma mais orgânica de interação com personagens.
Nem todos ficam parados em um local específico esperando uma fila para fotografias.
Rey pode surgir pelo caminho.
Chewbacca pode aparecer em outra parte de Batuu.
Stormtroopers circulam pela área.
Kylo Ren pode surgir acompanhado por integrantes da Primeira Ordem.
A sensação é de que alguma coisa está acontecendo no planeta enquanto você está ali.
E isso faz muita diferença para a imersão.
Galaxy’s Edge muda completamente à noite
Se você visitar Galaxy’s Edge somente durante o dia, perdeu metade da graça.
Quando escurece, Batuu muda.
As construções ganham iluminação própria.
As formações rochosas assumem tonalidades diferentes.
Os detalhes luminosos ficam muito mais aparentes.
E a Millennium Falcon iluminada é uma das imagens mais bonitas do Disney’s Hollywood Studios.
Para quem tem tempo no roteiro, vale entrar na área durante o dia e voltar à noite.
São duas experiências bastante diferentes.
Galaxy’s Edge abriu primeiro na Disneyland
Embora este aniversário de sete anos seja da área do Walt Disney World, Galaxy’s Edge estreou primeiro na Califórnia.
A versão do Disneyland Park abriu em 31 de maio de 2019.
Quase três meses depois, em 29 de agosto de 2019, foi inaugurada a versão do Disney’s Hollywood Studios, em Orlando.
As duas compartilham grande parte da arquitetura, atrações e experiências.
O que existe hoje em Star Wars: Galaxy’s Edge no Hollywood Studios?
Sete anos depois, Galaxy’s Edge continua oferecendo uma quantidade enorme de experiências concentradas em uma única área.
As duas grandes atrações são Star Wars: Rise of the Resistance e Millennium Falcon: Smugglers Run.
Além delas, o visitante encontra Oga’s Cantina, Docking Bay 7 Food and Cargo, Ronto Roasters, Milk Stand, Savi’s Workshop, Droid Depot, Dok-Ondar’s Den of Antiquities, lojas temáticas, personagens e dezenas de pequenos elementos de ambientação.
Por isso, para quem está planejando uma viagem para Disney, a nossa recomendação continua sendo a mesma: não trate Galaxy’s Edge apenas como o lugar onde ficam duas atrações.
Caminhe.
Entre nas lojas.
Olhe para cima.
Observe as caixas e inscrições.
Passe pela Millennium Falcon durante o dia.
Volte à noite.
Veja os personagens circulando.
Preste atenção ao som.
Galaxy’s Edge foi construída justamente para recompensar quem dedica tempo à área.
Sete anos depois, Galaxy’s Edge continua mostrando até onde a Disney consegue levar uma área temática
Quando Star Wars: Galaxy’s Edge abriu, em 2019, a promessa era permitir que o visitante deixasse de acompanhar Star Wars apenas por uma tela e atravessasse para dentro daquele universo.
Sete anos depois, talvez essa continue sendo a melhor definição da área.
Galaxy’s Edge não é apenas Rise of the Resistance.
Não é apenas a Millennium Falcon.
É a soma de tudo.
As montanhas.
Os droids.
Os Stormtroopers.
As pequenas oficinas.
O Blue Milk.
A música.
As marcas nas paredes.
Os mercados.
A cantina.
As naves.
Os personagens.
Os milhares de objetos espalhados pelo cenário.
E existe um motivo a mais para observar o tamanho de Galaxy’s Edge com atenção agora.
Agora olhe para Galaxy’s Edge e imagine a nova área dos vilões no Magic Kingdom
Para quem já esteve em Star Wars: Galaxy’s Edge, aqui está talvez a comparação mais interessante de todas.
Pare por alguns segundos e pense no tamanho dessa área.
Pense na distância entre Rise of the Resistance e a Millennium Falcon.
Pense no tamanho das montanhas.
Nos caminhos.
Nas lojas.
Nos restaurantes.
Nas atrações.
Na quantidade de espaço necessária para criar Batuu.
Agora pense que a nova área dos vilões que está sendo desenvolvida para o Magic Kingdom terá uma escala comparável à de Star Wars: Galaxy’s Edge.
Sim.
Estamos falando de uma área dos vilões com duas grandes atrações, restaurantes, lojas e uma ambientação completamente nova.
E, para quem conhece pessoalmente Galaxy’s Edge e sabe como ela é GIGANTE, essa talvez seja a melhor maneira de começar a dimensionar o que está sendo preparado para o Magic Kingdom.
Olhe para Batuu inteiro e imagine uma área desse porte dedicada aos maiores vilões da Disney.
É GIGANTE.
E quando usamos Galaxy’s Edge como régua, dá para entender por que a futura área dos vilões já é um dos projetos mais aguardados dos parques de Orlando.